terça-feira, 1 de junho de 2010

As Cores de Frida Solidário


Apresentação beneficente do espetáculo maranhense premiado pelo Circuito Nacional SESC Amazônia das Artes 2010 com circulação por 7 Estados do Brasil:

As Cores de Frida do Núcleo Atmosfera de Dança-Teatro com a direção de Leônidas Portella

06 de junho de 2010, às 19:00h no Teatro Arthur Azevedo

Ingressos ao preço único de R$ 20,00

A renda do espetáculo será revertida em prol do tratamento de saúde do maestro Francisco Jara

Compareçam! Solidariedade salva.

Informações: 8813-0222 (Rosa Ewerton Jara)

SOBRE O ESPETÁCULO

Nesta proposta a pesquisa sobre a Dança-Teatro alemã contextualiza-se às releituras do diário, pinturas, cartas, tintas e esquadros da pintora mexicana Frida Kahlo (1907-1954) uma revolucionária artística, sexual, política, social que agonizou em suas telas a constante degradação de seu corpo durante sua vida. O ator-dançarino colore suas sensações a partir da essência de Frida Kahlo na busca da construção de uma dramaturgia livre da criação de personagens.

TRAJETÓRIA

“As Cores de Frida” estreou em janeiro de 2009 no Teatro Arthur Azevedo; apresentou-se em eventos como V Semana do Teatro no Maranhão (2010); Conexão Dança-Teatro (2009). Contemplado pelo circuito SESC Amazônia das Artes em 2010 para circulação nacional.

SOBRE FRIDA KAHLO

Nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. Sua vida sempre foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomielite, o que a deixou coxa. Já havia superado essa deficiência quando o ônibus em que passeava chocou-se contra um bonde. Ela sofreu inúmeras fraturas e uma barra de ferro atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Por causa deste último fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa em uma cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Suas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente seu amor pelo marido Diego Rivera. A sua vida com o marido sempre foi bastante tumultuada. Diego tinha muitas amantes e Frida não ficava atrás, compensava as traições do marido com amantes de ambos os sexos. Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei minha própria realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de embolia pulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero que a partida seja festiva - e espero nunca mais retornar - Frida". Talvez Frida não suportasse mais.

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