sábado, 3 de março de 2012

Sítio Arqueológico Ameaçado pela Via Expressa

Matéria publicada no Jornal Pequeno durante o carnaval sobre danos ao sítio arqueológico no Vinhais Velho, no local de passagem da Via Expressa. Será que está sendo feito o salvamento dos artefatos arqueológicos de forma adequada? O melhor presente para São São Luís não seria o resgate do seu passado mais ancestral? O tema em questão ainda não repercutiu de forma devida. 

19 de fevereiro de 2012 às 13:52
POR JULLY CAMILO e OSWALDO VIVIANI (JP)

Na manhã de quinta-feira (16), a Superintendência Regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) do Maranhão, autorizada por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial na quarta-feira (15), enviou o arqueólogo Júlio Meirelles Steglich até a comunidade do Vinhais Velho para verificar eventuais danos causados ao sítio arqueológico existente no local, por conta das obras da chamada Via Expressa – projeto do governo estadual que interligará as avenidas Colares Moreira e Daniel de La Touche, passando por mais de 20 bairros.
O arqueólogo constatou que várias peças importantes foram encontradas nas escavações das máquinas que trabalham na obra – ao contrário do que informara o arqueólogo indicado pelo governo, que relatou não ter encontrado nenhum objeto de importância arqueológica. Um pilão, uma machadinha e cerâmicas de no mínimo 200 anos foram alguns dos objetos achados.
De acordo com Júlio Steglich, as peças remetem a culturas indígenas e gerações passadas. Ele afirmou que pretende fazer um relatório técnico sobre o que foi coletado. O relatoria também vai registrar os danos causados aos quatro hectares de sítio arqueológico no Vinhais Velho, onde há grande concentração de cerâmica. ‘O documento será encaminhado para a superintendente do Iphan, Kátia Bogéa, que tomará as providências cabíveis’, explicou Steglich.
Os moradores do Vinhais Velho querem que toda a vila seja chancelada como Paisagem Cultural Brasileira, no intuito de preservar os costumes e as tradições remanescentes dos índios uçaguabas, da nação tupinambá.
Segundo o vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), Leopoldo Gil Dulcio Vaz, 59 anos, que mora no Vinhais Velho há mais de 30 anos, já foram protocolados, junto ao Iphan, dois ofícios solicitando a intervenção do órgão na comunidade.
Os moradores também querem criar no bairro um Museu Comunitário, para abrigar as peças arqueológicas encontradas na comunidade. Muitas dessas peças estão sendo encontradas com a movimentação das máquinas que trabalham na construção da Via Expressa.
‘Uma das premissas para a aplicação do conceito de Paisagem Cultural Brasileira é a busca pela preservação da diversidade e riqueza dos cenários urbanos e rurais, tendo em vista que os processos de massificação da vida e das paisagens têm colocado em risco e mesmo provocado o desaparecimento de contextos de vida e tradições culturais que, a rigor, não deveriam ser perdidas. Portanto, queremos construir o Museu Comunitário com o objetivo de sermos os fiéis depositários desses objetos e assim mantermos a historia viva e atualizada. Precisamos da chancela do Iphan para garantir a preservação da comunidade, uma vez que apenas a igreja é tombada pelo patrimônio público estadual’, disse Leopoldo Vaz.
‘A chancela de Paisagem Cultural Brasileira implica no estabelecimento de um pacto, que pode envolver o poder público, a sociedade civil e a iniciativa privada, visando a gestão compartilhada da porção do território nacional assim reconhecida’, disse Júlio Steglich.
Ameaças de despejo – Um dos integrantes da Comissão de Comemoração dos 400 anos do Vinhais Velho, Carlos Jacinto, 43, que reside na área há 25 anos, contou que atualmente existem quatro processos de despejo tramitando nas 3ª e 5ª varas da Fazenda Pública. Porém, dois já teriam sido suspensos por meio de liminar.
‘As ações contra a Odinéia Burgos Ribeiro Diniz e o Ademir Batista Ribeiro de Assunção foram derrubadas. Mas ao menos outras cinco famílias ainda devem ser notificadas. Diante da nossa recusa em relação às indenizações oferecidas pelo governo estadual, que ficaram entre R$ 28 mil e R$ 34 mil, nos pediram um projeto alternativo para a Via Expressa. O projeto que altera a obra, prevendo a demolição de apenas duas casas, em vez das 35 propostas pelo governo, foi desenhado por três engenheiros e protocolado no Palácio dos Leões. O projeto é bom para o governo, que pode implantar a obra sem maiores impactos, e beneficia os moradores, que não terão de deixar suas casas’, disse Carlos Jacinto.

Patinho, Sapo e a Capoeira no Maranhão

Patinho autografando CD de capoeira


Em 1965, Mestre Patinho, já totalmente inserido e embriagado pela fonte da capoeira, conhece Anselmo Barnabé Rodrigues, o Mestre Sapo, discípulo do baiano Washington Bruno da Silva, o Mestre Canjiquinha (1925-1994), em oportunidade de demonstração realizada no Palácio dos Leões. Por conseguinte, Sapo, de acordo com relatos populares, fixa residência em São Luís, possivelmente a convite de integrantes da gestão do então governador do Estado José Sarney. O intuito seria promover a capoeira, o que o colocaria no posto de referência mais efusiva e responsável pela reaparição do jogo-arte durante a década de 1970, no Maranhão, além de ter sido também o mais proeminente incentivador e professor de Patinho.
Sapo, que participava do Quarteto Aberrê (nome em homenagem ao mestre de Canjiquinha), juntamente com Vitor Careca e Brasília, além do próprio Mestre Canjiquinha, líder do grupo baiano, de fato, depois de estabelecido em São Luís, a partir de 1966, segundo o artigo O Mestre Sapo, a passagem do Quarteto Aberrê por São Luís e a (des)construção do ‘mito’ da ‘reaparição’ da capoeira no Maranhão dos anos 60 (2010), do professor de História Roberto Augusto Pereira, passa a ministrar aulas de capoeira somente após cinco anos, no Ginásio Costa Rodrigues, já no governo Pedro Neiva de Santana.

Para ler o texto na  na íntegra, recomendo o blog do jornalista Fábio Alex ou sua publicação no Jornal Pequeno de 11  fevereiro de 2012.

Flip inaugura seu novo blog

Marcada para acontecer entre os dias 4 e 8 de julho, a 10ª edição da Flip  já conta com oito autores confirmados. Os americanos Jonathan Franzen e Jennifer Egan, o espanhol Javier Cercas e a cubana Zoé Valdés são alguns dos nomes definidos para a programação 2012.

Em comemoração aos dez anos da Festa, o inglês  Ian Mcewan e o espanhol Enrique Vila-Matas, presentes em edições anteriores, voltam para a tenda dos autores;  dois grandes estudiosos de Shakespeare,  Stephen Jay Greenblatt e James Shapiro vem a Paraty  trazendo novas pesquisas sobre a vida e a obra do dramaturgo britânico.

A programação completa, com todas as mesas e seus respectivos horários, será divulgada em maio e a venda de ingressos começa no dia 4 de junho.  

Um livro e uma série de DVDs em comemoração aos dez anos serão lançados durante a Festa Literária, que este ano tem por autor homenageado o poeta Carlos Drummond de Andrade.


Entre as ações previstas para comemoração de seus dez anos, a Flip coloca no ar um novo blog.  Com layout reformulado, seções fixas e posts novos a cada semana, o blog vem aproximar a Flip de seu público, misturando textos, fotos e vídeos.  A nova plataforma vem se juntar ao site (www.flip.org.br) e às páginas da Flip no Twitter  e noFacebook.

É TUDO VERDADE 2012 ANUNCIA OS SELECIONADOS NACIONAIS



*Sete documentários inéditos concorrem na categoria principal
**17ª edição acontece entre 22 de março e 01 de abril em São Paulo e
no Rio
**** Entrada gratuita em todas as salas de exibição

O É  Tudo Verdade  – Festival Internacional de Documentários tem o
privilégio de anunciar a primeira relação de documentários brasileiros de
longa, média e curta-metragem selecionados para a sua 17ª edição, que
acontece entre 22 de março e 01 de abril em São Paulo e no Rio de
Janeiro. O festival volta a fazer uma itinerância em Brasília, entre 10 e 15
de abril.

“É uma honra lançar uma nova safra com raro vigor, nos longas e nos
curtas-metragens, nas obras de cineastas consagrados e de jovens
revelações”, afirma Amir Labaki, fundador e diretor do É Tudo Verdade –
Festival Internacional de Documentários. “A paixão dos realizadores
pulsa em cada produção”.

Sete longas-metragens inéditos no Brasil farão sua estreia dentro da
mostra competitiva do Festival, sendo seis em première mundial. Cinco
dos nove curtas-metragens em competição também são totalmente
inéditos.

Três longas-metragens nacionais totalmente  inéditos serão
apresentados nas Projeções Especiais e mais dois  dentro da mostra
informativa “O Estado das Coisas”. Outros títulos brasileiros inéditos,
assim como a seleção internacional, serão anunciados nos próximos
dias.

O documentário vencedor da disputa de longas e médias-metragens
nacionais receberá um prêmio no valor de R$ 110 mil reais e o Troféu É
Tudo Verdade, criado pelo artista plástico Carlito Carvalhosa. O
vencedor da disputa de curtas-metragens receberá um prêmio no valor
de R$ 10 mil reais e o Troféu É Tudo Verdade.


LISTA DE FILMES – SINOPSES

Competição Brasileira – Longas e Médias-Metragens


Coração do Brasil
Dir. Daniel Solá Santiago
Em 1958, a Fundação Brasil Central confiou aos irmãos Villas Boas a
tarefa de demarcar o centro geográfico do Brasil. Cinquenta anos
depois, três participantes da expedição original, Sérgio Vahia de Abreu, o
documentarista Adrian Cowell e o cacique Raoni, retomam o mesmo
trajeto.

Cuíca de Santo Amaro
Dir. Joel de Almeida e Josias Pires
As histórias do cordelista baiano Cuíca de Santo Amaro, como se
celebrizou José Gomes, vendiam como pão quente nas feiras de
Salvador. Transformado em personagem dos escritores Dias Gomes e
Jorge Amado e de filmes de Roberto Pires e Anselmo Duarte, Cuíca foi
uma figura polêmica.

Dino Cazzola - Uma Filmografia de Brasília
Dir. Andréa Prates e Cleisson Vidal
Do extenso registro documental de Brasília desde sua construção feito
pelo cinegrafista e produtor italiano Dino Cazzola, preservou-se apenas
um acervo de cerca de 300 horas. Por meio da releitura desse material,
revisita-se a criação e a história da capital federal.

Mr. Sganzerla - Os Signos da Luz
Dir. Joel Pizzini
Filme-ensaio que recria o ideário do cineasta Rogério Sganzerla por meio
dos signos recorrentes em sua obra: Orson Welles, Noel Rosa, Jimi
Hendrix e Oswald de Andrade.

Os Irmãos Roberto
Dir. Ivana Mendes e Tiago Arakilian
Um retrato pioneiro da obra e do legado de Marcelo, Milton e Maurício,
conhecidos como irmãos Roberto, autores de marcos da arquitetura
modernista brasileira, como o premiado prédio da Associação Brasileira
de Imprensa (ABI), no centro do Rio, e o aeroporto Santos Dumont.

Paralelo 10
Dir. Silvio Da-Rin
Perto do Paralelo 10º. Sul, oeste do Acre, a pequena base Xinane, da
FUNAI, é sede do trabalho pioneiro do sertanista José Carlos Meirelles,
auxiliado pelo antropólogo Terri Aquino, que leva a difícil missão de
proteger os índios isolados da região.

Tokiori - Dobras do Tempo
Dir. Paulo Pastorelo
No bairro rural de Graminha, a 45 km de Marília (SP), os destinos de seis
famílias de imigrantes japoneses se cruzaram, entre 1927 e 1934,
seguindo o percurso das memórias  de três gerações.
Competição Brasileira – Curtas_Metragens

Barbara em Cena
Dir. Ellen Ferreira
A crítica teatral, professora e tradutora Barbara Heliodora é uma das
mais renomadas profissionais de sua área e uma das maiores estudiosas
brasileiras da obra de Shakespeare. Neste retrato aos 88 anos, emergem
seus lados menos conhecidos.

Barbeiros
Dir. Luiz Ferraz e Guilherme Aguilar
Os barbeiros de São Paulo quase desapareceram, mas os que restaram
são fiéis ao seu trabalho artesanal e orgulhosos de sua perícia.
Capela
Dir. Gustavo Rosa de Moura
Na cidade de Capela, interior de Sergipe, todos os anos acontece a
curiosa Festa do Mastro, envolvendo lama e fogo como componentes de
rituais de força plástica e poética.

A Cidade
Dir. Liliana Sulzbach
O curta conta a história da pequena cidade de Itapu (RS), que está em
vias de desaparecer e que, antigamente, abrigava centenas de
portadores do mal de Hansen.

Entre lá e cá
Dir. Heloisa Passos
Um grupo de amigas que vive na Ilha de Amparo (PR), diariamente troca
confidências e segredos de amor a caminho da escola.

A Galinha Que Burlou O Sistema
Dir. Quico Meirelles
Numa granja industrial, uma galinha toma consciência do destino que a
espera. Então, ela se mobiliza para tentar uma saída.

Limbo
Dir. Cao Guimarães
Perambulando por  diversos lugares, na fronteira entre o Brasil e o
Uruguai, Cao Guimarães capta vestígios de atividades, rostos e objetos.

Piove, Il Film Di Pio
Dir. Thiago Brandimarte Mendonça
Figura singular, o cineasta esquecido Pio Zamuner, que dirigiu os doze
últimos filmes de Amâncio Mazzaropi, é aqui retratado em um botequim
da Boca do Lixo. Mas quem dirige quem?

Ser Tão Cinzento
Dir. Henrique Dantas
Quarenta anos após a realização da obra crítica “Manhã Cinzenta”
(1969), que desencadeou a prisão do cineasta Olney São Paulo, as
imagens do original são reapropriadas dando voz aos entrevistados do
filme original.

PROGRAMAS ESPECIAIS
Augusto Boal e o Teatro do Oprimido
Dir. Zelito Viana
Um retrato da vida e da obra do diretor de teatro, dramaturgo e
ensaísta brasileiro Augusto Boal (1931-2009), da revelação nos anos
1950 com o Teatro de Arena de São Paulo até a consagração mundial
com o Teatro do Oprimido.

Santos – Cem Anos de Futebol-Arte
Dir. Lina Chamie
Um retrato do centenário do Santos F. C..  A trajetória do primeiro time
brasileiro a ser Bi Campeão Mundial, a era Pelé, o futebol irreverente da
geração Neymar, é aqui narrada pelo viés emocional e humanista de
torcedores, jogadores e historiadores, inserindo, assim, o futebol e sua
paixão no contexto cultural do país.

Xáreu – Memórias do Arraial
Dir. Patrícia Ramos Pinto
O cineasta Paulo César Saraceni e os pescadores remanescentes das
filmagens de “Arraial do Cabo” (1959) revêem suas lembranças da
produção, tida como marco fundador do Cinema Novo. Contrapondo
cenas do filme original, revisita-se a localidade nos dias atuais,
contrastando as realidades sociais e econômicas das duas épocas,
separadas por mais de 50 anos.

Consideração do Poema
Dir. Gustavo Rosa de Moura, Eucanaã Ferraz e Flávio Rosa de Moura
Realizado pelo Instituto Moreira Salles para a comemoração do Dia D, o
filme apresenta um panorama da obra poética de Carlos Drummond de
Andrade a partir de leituras de expoentes da cultura brasileira como
Chico Buarque, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto, Fernanda Torres,
Marília Pêra, entre outros.

Mostra O Estado das Coisas – Longas e Médias-Metragens Brasileiros

Cartas para Angola
Dir. Coraci Ruiz e Julio Matos
Pessoas que vivem no Brasil, Angola e Portugal, amigos e desconhecidos,
trocam correspondências videográficas e falam sobre saudade, guerra,
preconceitos, exílio, distâncias, arte, poesia. Cinelatino, Toulouse.

Shoot Yourself
Dir. Paula Alzugaray e Ricardo Van Steen
Narrativa visual em forma de vídeo-ensaio. Entrevistados como Gary Hill,
Esther Ferrer e Paula Garcia revelam as razões, as estratégias e as
consequências de mirar a si mesmos – com uma câmera ou até com uma
arma.

SERVIÇO
É Tudo Verdade – 17º Festival Internacional de Documentários
São Paulo e Rio de Janeiro – 22 de março a 01 de abril em São Paulo e
Rio de Janeiro. Em Brasília, de 10 a 15 de abril .
Direção: Amir Labaki
Co-realização (confirmados até o dia 27/02/2012) : PETROBRAS, BNDES,
CCBB, OI, SESC-SP, RIOFILME, Ministério da Cultura – MINC, Secretaria
do Audiovisual-SAV, através da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e
Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro – Lei de Incentivo a
Cultura.
Apoio: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
Entrada gratuita em todas as salas de cinema.

SALAS EM SÃO PAULO
CINESESC
Rua Augusta, 2075 - Jardim Paulista/ (11) 3087-0500
(326 lugares)

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112 / (11) 3113.3651
(70 lugares)

Cinemateca Brasileira
Largo Senador Raul Cardoso, 207 – sala BNDES / (11) 3512.6111
(210 lugares)

MIS
Avenida Europa, 158 – Pinheiros/ (11) 2117 4777
(173 lugares)

SALAS NO RIO DE JANEIRO

Unibanco Arteplex
Praia de Botafogo, 316 - sala 6 / (21) 2559.8750
(250 lugares)

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66 / (21) 3808.2020
(102 lugares)

Instituto Moreira Salles
Rua Marquês de São Vicente, 476 / (21) 3284.7400
(113 lugares)

Oi Futuro – Ipanema.
Rua Visconde de Pirajá, 54 / (21) 3201-3010

sexta-feira, 2 de março de 2012

Entrevista ao vivo sobre o DOC Memória de Pedra na TV

Trabalho de divulgação do DOC Memória de Pedra: sempre o cuidado de manter acesa a discussão sobre o patrimônio arqueológico pré-colonial maranhense e o pedido de apoio para fazer a distribuição do filme.

Encontro com Cinema

O feminino nos traços da arte


A figura feminina, ao longo da história, possuiu na arte diversas atribuições ao seu papel na sociedade. Vista por muito tempo como sexo frágil e de posição inferior na hierarquia social, é essa mulher que hoje em dia batalha pelo seu espaço, seja quais forem os âmbitos em que ela circula. A exposição “O Feminino nos traços da arte” tem em seu cerne a figura feminina e o que buscamos entender dela. Traduzida pelas linhas finas que constroem as composições de cada ilustração, a exposição busca desenvolver não somente reflexões, mas também uma grande homenagem a todas as mulheres.

- Entrada franca