terça-feira, 8 de junho de 2010

Por amor a guitarra

Deuses da guitarra improvisam solos perfeitos

Armandinho exibe camiseta de Hendrix jogada por um fã

Steve Jordan - apresentação com a camisa do Festival

Se deus tocasse guitarra, certamente ele usaria as mãos de Stanley Jordan e Armandinho. Por isso, nasceram. Para isso cresceram. Para fazer o indizível, o intraduzível com as guitarras elétricas plugadas. Falar de técnicas, anos de estudos, dom, vocação. Nada será capaz de definir o que os vi fazer no agora internacional Festival de Inverno de Pedro II.

Não são os únicos no mundo, mas são raros. Jimmy Hendrix, Carlos Santana, Steven Vai são a prova de que vez por outra, que deus não satisfeito de solos, acordes e harmonias volta. Reencarna para tocar Trenzinho Caipira de Villa Lobos, Pink Floyd, Insensatez e um monte de canções que alucinam os simples mortais.

Essa gente, não é gente. Usam disfarces de seres humanos. Por isso, estudam e ensaiam. Dizem que é tudo improviso. É coisa de outro mundo, de panteão de divindades que dispensa aos seus seguidores o sacrifício. Cobram apenas cachê ou ingressos e humildemente aplausos. Fecham os olhos e deixem a música fluir.

Esses monstros celebram o sangue e o corpo com notas musicais e oferecem pedaços ao público em comunhão com a música. Os mortais, diante do palco, na pequena Pedro II, no Piauí viram Stanley Jordan humildemente vestido com a camisa da produção do Festival. Estava entre nós. Com o baiano Armandinho trouxe a boa nova: harmonia interior, com o outro e a natureza.

Stanley Jordan não concedeu entrevista coletiva. Para quê? O que diria aos jornalistas que não pudesse ser dito no palco com as guitarras nas mais altas freqüências celestes. Estamos todos abençoados pela graça de Stanley Jordan e Armadinho. Por amor a guitarra!
Texto e fotos: Marcus Saldanha

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Um passeio pelo centro de Pedro II

Memorial Tertuliano Brandão Filho no centro de Pedro II

Dentro: entreporta do casarão com madeira decorada e barra da parede em estuque

detalhe da entreporta: passáros se beijam sobre o nome do antigo proprietário

Não curti as cahoeiras de Pedro II, não fiz a Trilha dos Mirantes, não visitei as minas de opala, nem o Museu da Roça e os vários sítios arqueológicos da região. Quem foi disse que vale a pena. Fica para a próxima. Estava focado nas apresentações. Queria estar descansado para sentir os acordes e a harmonia do festival.
Porém. no sábado, depois do almoço dei uma volta pelo centro histórico de Pedro II. Casas do séc. XIX, duas praças "arrumadinhas", a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e o Memorial Tertuliano Brandão Filho.
Construída em estilo neoclássico no início do século XX, o memorial foi a moradia, por duas gerações, dos manda-chuvas da região. Espadas e documentos pessoais da família dos Tertulianos Brandãos, os porões da casa, a entreporta com madeira trabalhada e decorações de estuque (aplicação de água, gesso e cola) nas barras das paredes são atrações para os visitantes.
Para Tomás de Oliveira, 45 anos, zelador do memorial há 23, a casa é bem visitada, principalmente quando tem eventos, referindo-se ao Festival de Inverno. "O que eles mais gostam de ver são as espadas e os porões", diz Tomás.
Os porões visitados, ao contrário do que muitos acreditam, não foram feitos para escravos, já que a casa foi construída entre 1923 e 1925 por mestres de obras cearenses. Mas o estilo de construção dos porões lembra muito as senzalas do Museu da Redenção, no interior do Ceará.
O zelador do memorial não lembra de visitas ilustres no Memorial, "O Pedro Bial quando teve por aqui, passou na frente da casa, mas não entrou", recorda Tomás. Então Bial não viu a entreporta do casarão: um casal de pássaros que se beijam sobre o nome do antigo proprietário que se forma quando as duas partes da porta se encontram.

Texto e fotos: Marcus Saldanha

Brazilian Blues Band - Rock e Blues no bom e velho português


Brazilian Blues Band - Por um circuito nacional de blues no Brasil

A Brazilian Blues Band, banda braziliense formada há quinze anos, surpreendeu o público do Festival de Inverno de Pedro II tocando clássicos da MPB e música tradicional nordestina. Blues e rock, cantado no bom e velho português. "Lemos e escrevemos poemas na nossa língua, acho importante cantar e valorizar nosso idioma", explica Luís Kafka, vocalista da banda.
Em entrevista, Luiz Kafka falou ainda da criação de um circuito nacional de blues. "Estávamos ontem mesmo em Rio das Ostras, no Rio, discutindo a criação de um circuito nacional de blues com bandas nacionais com capresentações durante o ano inteiro pelo Brasil". Essa talvez seja a melhor alternativa para aproximar o público de um estilo musical pouco divulgado no Brasil.
Amigos do gaitista carioca Jefferson Gonçalves, que já se apresentou em Barreirinhas e São Luís, e de Edson Travassos, guitarrista brasiliense radicado no Maranhão, a rapaziada do Brazilian Blues Band demonstrou interesse em tocar no Maranhão. "É só convidar que a gente vai", diz Kafka.
Texto e Foto: Marcus Saldanha

sábado, 5 de junho de 2010

Zeca Baleiro - Tocou Raul

Zeca Baleiro e Os Bombáticos em noite chuvosa no Festival de Inverno

Choveu bastante ontem, 04, durante a apresentação do cantor e campositor maranhense Zeca Baleiro. Ainda assim, o público do Festival de Inverno permaneceu na Praça Bornelles e cantou todos os grandes sucessos do artista que, ao julgar pelo show, tem uma grande aceitação no Piauí.
Na Coletiva de Imprensa, Zeca bem humorado, vestido com uma camiseta goiaba sobre uma manga comprida preta e calça jeans no melhor estilo largadão, falou da antiga rivalidade entre o Maranhão e o Piauí e explicou o fato de ser querido por aqui: "Talvez seja porque eu não falo mal de piauiense".
Humildade da parte do multifacetado artista, que além de cantar e compor, mantem um programa de rádio na internet, o Biotônico (já são sete programas gravados em parceria com Celso Boprges e Otavio Faria). Mantem um selo em sociedade com sua empresária, responsável por raros registros da música maranhense para o mundo (Mestre Antônio Vieira e Lopes Bogéa são alguns exmplos). Além de ser colunista de uma revista de circulação nacional.
Na rápida coletiva não falou-se sobre a família Sarney, apenas do prazer de cantar em Pedro II, cidade que já tinha ouvido falar por causa das opalas e de um fã-garçom que em São Paulo falou que o veria tocar em sua cidade natal.
No palco, as garotas deram o revide aos rapazes. Se Takai deixou marmanjos de boca aberta, Zeca causou frisson nas moçoilas. Mas não ficou só nisso, com Os Bombásticos, botou todo mundo para cantar suas baladas, pular com as pegadas e gritar muito em "Toca Raul".

E haja fôlego, daqui a pouco tem Jam Session com Sérgio Donato e Sérgio Matos, Armandinho, Stanley Jordan e Maria Rita.

Texto e foto: Marcus Saldanha

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Tá frio, mas tá pegando fogo

Público lota a Pça. da Bonelle no primeira dia do VII Festival de Inverno de Pedro II

Já estamos em Pedro II. Ontem na abertura, o show de Fernanda Takai. daqui a pouco, coletiva de imprensa com nosso conterrâneo, Zeca Baleiro. O show será com a banda, só não sei a escolha do repertório. O público hoje deve ser maior do que ontem, pois muita gente teve que trabalhar hoje. Encontramos alguns maranhenses e cearenses por aqui, mas a maioria de turista é de Teresina que fica a poucos quilômetros da cidade.

A nossa viagem foi mais longa. quase oito horas sem parar. Chegamos em cima da hora da coletiva com Fernanda Takai. ela é realmente bonita e atenciosa.

Após o show não achamos vagas nos hotéis e pousadas. Dormimos parte da noite no carro e de pois num quarto cedido por um casal local. O povo aqui parece ser hospitaleiro. Mas, como receberiam hópedes durante a temporada tivemos que alugar um quarto. Por 60 reais conseguimos uma suíte na casa de Dona Vera. Ela tem uma lojinha de roupas, um salão e aluga quatro quartos preparados para esses eventos.

Como a temperatura por aqui é bem agradável, existe um fluxo razoável de turistas, principalmente durante o Festival de Inverno e férias escolares. A cidade possui várias atrações turísticas, mas hoje tava impossível. Tive que descansar e escrever.

Interessante as oficinas de opala, pedra semi-preciosa, abundante na região, que segundo moradores, são exportadas e movimentam um bom volume de dinheiro.

Amanhã faço as entrevistas com a Secretaria de Turismo, sem escovar os dentes, hoje pela manhã não ia rolar. Mas desde já, parabenizo a equipe da Assessoria de Comunicação, que organiza com zelo a coletiva de imprensa e a Secretaria de Turismo que encaminha turistas para hospedagens familiares, já que os hotéis e pousadas estão lotados e não há área para camping.

Comida barata e variada, segurança na cidade, ruas lotadas, pouco estacionamento, clima agradável e uma excelente programação. O VII Festival de Inverno, por enquanto vale a viagem.

Texto e foto: Marcus Saldanha

FernadaTakai - Primeira Apresentação no Piauí

Fernanda Takai grava sua mensagem para a produção do Festival de Inverno na Coletiva de Imprensa


Fernanda Takai canta no Piauí com a flor que recebeu de um fã. Ao fundo, a baterista Mariah Portugal
Ontem, quinta-feira, 03, começou o VII Festival de Inverno de Pedro II. a cantora e escritora, Fernanda Takai fez as honras com o show de abertura. Em sua primeira apresentação no Piauí, cantou de Dolores Duran a Duran Duran. No seu repertório, a mistura perfeita de POP com MPB.
Antes do show, na Coletiva de Imprensa, Takai falou de como concilia música e literatura, e da falta de convites para se apresentar em algumas cidades do nordeste. "A gente não toca no Piauí e Maranhão porque não recebe convites", diz Takai. A vocalista da banda mineira, Pato Fu, mora em Belo Horizonte e mantem uma coluna semanal no Jornal O Estado de Minas: "Enquanto me quiserem por lá, vou continuar escrevendo. Entrego meu texto direitinho. dentro dos prazos", diz Takai.

Com extrema simpatia, responde as perguntas da imprensa, tira fotos e segue para a sua primeira apresentação em solo piauiense.

Com saia estampada de frases cor-de-rosa, sapato estilo dançarina, blusa recatada e casaquinho, Fernanda faz babar o público masculino. Não é de agora que a cantora é uma espécie de musa. Casada há anops com o guitarrista e produtor musical da banda, Jonh, Takai parece acostumada ao assédio dos fãs.

Tímida, não dança muito no palco. Neste show, também não toca nenhum instrumento, mas acerta o compasso da escolha do repertório: canta simrimbó de Pinduca, Roberto Carlos, Dolores Duran, Duran Duran, Michael Jackson, Chico Buarque, Carmen Miranda, Jovem Guarda e muitas homenagens a Nara Leão. Perfeita mistura do POP com a MPB na roupagem remix da atualidade.

Num momento inusitado do show, desafia o público a cantar com ela O Barquinho, clássico da Bossa Nova, em japonês. Em outro momento cede espaço para a performance da baterista, percussionista e back vocal da banda, Mariah Portugal. Segundo a modesta Takai, a responsável pelo embelezamento do palco.

O público parece ter empatia pela cantora. O teresinense Yuri, não conteve-se, subiu no palco e delicademente entregou uma flor a Takai, que retribuiu com beijo e pose para foto. Outro teresinense, Ricardo Magno, segunda vez no Festival de Inverno, disse que sua maior expectativa do festival era o show de Fernanda: "Espetacular!", define.
Como o que é bom dura pouco, o gostinho de quero mais ficou por conta do bis, onde Takai cantou Taí, de Carmem Miranda, Jovem Guarda, Sinha Pureza de Pinduca e o clássico Debaixo dos Caracóis de Seus Cabelos de Roberto Carlos.

No espetáculo, Nara Leão foi a homenageada, mas o que fica é um apelo que merece ser atendido. Fernanda Takai clama por sua escalação no time das mulheres que cantam no especial de aniversário do Rei. ela merece ser convocada.
Texto e fotos: Marcus Saldanha

terça-feira, 1 de junho de 2010

As Cores de Frida Solidário


Apresentação beneficente do espetáculo maranhense premiado pelo Circuito Nacional SESC Amazônia das Artes 2010 com circulação por 7 Estados do Brasil:

As Cores de Frida do Núcleo Atmosfera de Dança-Teatro com a direção de Leônidas Portella

06 de junho de 2010, às 19:00h no Teatro Arthur Azevedo

Ingressos ao preço único de R$ 20,00

A renda do espetáculo será revertida em prol do tratamento de saúde do maestro Francisco Jara

Compareçam! Solidariedade salva.

Informações: 8813-0222 (Rosa Ewerton Jara)

SOBRE O ESPETÁCULO

Nesta proposta a pesquisa sobre a Dança-Teatro alemã contextualiza-se às releituras do diário, pinturas, cartas, tintas e esquadros da pintora mexicana Frida Kahlo (1907-1954) uma revolucionária artística, sexual, política, social que agonizou em suas telas a constante degradação de seu corpo durante sua vida. O ator-dançarino colore suas sensações a partir da essência de Frida Kahlo na busca da construção de uma dramaturgia livre da criação de personagens.

TRAJETÓRIA

“As Cores de Frida” estreou em janeiro de 2009 no Teatro Arthur Azevedo; apresentou-se em eventos como V Semana do Teatro no Maranhão (2010); Conexão Dança-Teatro (2009). Contemplado pelo circuito SESC Amazônia das Artes em 2010 para circulação nacional.

SOBRE FRIDA KAHLO

Nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. Sua vida sempre foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomielite, o que a deixou coxa. Já havia superado essa deficiência quando o ônibus em que passeava chocou-se contra um bonde. Ela sofreu inúmeras fraturas e uma barra de ferro atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Por causa deste último fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa em uma cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Suas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente seu amor pelo marido Diego Rivera. A sua vida com o marido sempre foi bastante tumultuada. Diego tinha muitas amantes e Frida não ficava atrás, compensava as traições do marido com amantes de ambos os sexos. Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei minha própria realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de embolia pulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero que a partida seja festiva - e espero nunca mais retornar - Frida". Talvez Frida não suportasse mais.

Festival de Inverno em Pedro II

Maria Rita

Fernanda Takai

Zeca Baleiro

Stanley Jordan

De 03 a 06 de junho no Piauí, rola o festival de Inverno de Pedro II. Na programação, confirmados os nomes de Maria Rita, Fernanda Takai, Zeca Baleiro, Stanley Jordan, Armandinho, Brazilian Blues Band, Therê Groove, Ensaio Vocal, Roraima Power Sampa Trio, Carol Castro e Anderson Nóbrega, e Jam Session com Sérgio Donato e Sérgio Matos.

Em 2010, o Festival de Inverno de Pedro II, chega a sua sétima edição, consolidado como um evento musical que reúne músicos de renome nacional e internacional, gastronomia, ecoturismo e uma série de atividades que movimentam a economia local.

A Cidade - Pedro II

Quem conhece Pedro II logo descobre uma cidade cheia de charme e com um jeito muito especial de receber os visitantes. Com seu clima ameno, fundada por imigrantes portugueses no século XIX, Pedro II encanta pela simpatia, pela sua arquitetura que remete ao passado colonial e pelas belezas naturais que revela a cada olhar. Morro do Gritador, cachoeira do Salto Liso e outros pontos na serra são um chamariz quase irresistível para quem adora a aventura do rapel, banhos em águas claríssimas e esportes radicais.

Você pode conhecer as minas de opalas, pedras raríssimas que, em Pedro II, chegam a ser quase abundantes. O artesanato de Pedro II também enche os olhos. Rendaria, tecelagem, ourivesaria. Com qualquer material, os artesãos de Pedro II criam peças de rara beleza. E a mais nova marca da Suíça Piauiense é o seu Festival de Inverno, que todos os anos traz para as ruas da cidade grandes nomes da música brasileira e internacional. É essa a Pedro II que você vai conhecer e que vai fazer você viver momentos de puro deleite. Seja bem-vindo.

Roteiros Turísticos

Trilha Dos Mirantes:
Santa, Gritador E Curva Do Cotovelo
(passeio Ecológico)

Mangabeira e Cachoeira de Salto Liso
(passeio Ecológico Com Banho Em Águas Frias E Cristalinas E Vários Atrativos Da Localidade).

Minas de Opala e Museu da Roça:
(história Da Opala E De Famílias Tradicionais De Pedro Ii)

City Tour:
Lojas de Artesanato e Joalherias de Opala
Inclui Conhecer As Lojas E Pontos-de-venda Do Nosso Artesanato E A Arte De Transformar O Minério Mais Raro Do Mundo Em Lindas Joias; Parque Pirapora; Igreja Nossa Senhora Da Conceição.

Centro Histórico e Artistas Plásticos
Visita Aos Casarões Do Final Do Século Xix E Lindos Trabalhos Em Telas Com Pinturas Em Estilo Singular, Visita A Oficina De Artesanato Sebrae/pi.

Sítio Buritizinho
Uma Verdadeira Vivencia Na Roça, Com Moagem De Cana E Farinhada Ao Vivo.

Cachoeira Da Arara (urubu Rei)
Um Local Com A Biodiversidade Ainda Intacta E Linda Cascata Com Águas Frias E Cristalinas.

Sítios Arqueológicos:
Buriti Grande Dos Aquiles
Uma Visita Aos Vestígios Do Berço Da Humanidade.

Sítios Arqueológicos De Torre:
Uma Visita Aos Vestígios Do Berço Da Humanidade E Banhos De Cachoeiras.

Sitios Arqueológicos Do Morro Do Morcego Em Olho Dágua Do Meio
Uma Visita Aos Vestígios Do Berço Da Humanidade.

Buriti Dos Cavalos
Inscrições Rupestres - Formações Rochosas
E Piscina Natural.
Eco Escola Thomas Aquents
(levar 1kg De Alimento)

Mochilão Lua de Mel

Kleiton e Kleidir: "Deu pra ti/Baixo Astral/Vou pra Porto Alegre, Tchau!"


Não é mais segredo. O mochilão julho de 2010 é o Mochilão de Lua de Mel. Começa na manhã de 29 de junho quando desembarcamos em Porto Alegre (RS). Por lá, A Casa de Cultura Mário Quintana, Parque da Farroupilha, Palácio Piratini, Museu de Ciências e Tecnologia, Memorial do Rio Grande do Sul, rio Guaíba, Usina do Gasômetro, Vasco e Grêmio no Olímpico, Flamengo e Internacional no Beira Rio, entrevista com o neto de Getúlio Vargas...
De lá, Gramado, Canela, Chuí, Montevideo, Buenos Aires, e talvez Bariloche e Patagônia, talvez Terra do Fogo no Chile. O frio é quem manda, já que estaremos em pleno inverno na América do Sul Austral.
Por outro lado, o calor da Copa do Mundo 2010: se Brasil, Argentina e Uruguai classificarem-se para a etapa eliminatório poderemos assistir a jogos da nossa seleção na casa dos vizinhos, assim como, ver a paixão que os hermanos têm por sua seleção. Já pensaram um Brasil e Argentina num barzinho de Buenos Aires, vestido com a amarelinha, rapá!
Quantos maranhenses não encontraremos por nossas andanças. De qual cidade são? Como vivem? Por que decidiram mudar para tão longe? Como é encarar um frio na casa de zero graus? Pelo visto, jornalista não sai de férias, blogueiro, então!
Na bagagem agasalhos, netbook, modem, nikkon, cds da cantora maranhense Lena Machado "Samba de Minha Aldeia" (elogiado por, nada menos que Nelson Mota) e exemplares do livro-cd de Celso Borges "Belle Epoque" (amigo de Vítor Ramil). Música e poesia maranhense para gaúchos e hermanos.
Por enquanto é só. Aceitamos sugestões.
texto e foto: Marcus Saldanha

Proclamas de Casamento

Com o favor de Deus e da Santa Madre Igreja, querem casar-se:

MARCUS SALDANHA BARBALHO JUNIOR e ÂNGELA CRISTINA PINHEIRO GALVÃO

ELE, com 34 anos de idade, nascido aos 23 de julho de 1975 em Brasília-DF, filho de Solange Maria da Paz Sampaio, residente em São Luís-MA.

ELA, com 32 anos de idade, nascida aos 20 de julho de 1977 em São Luís-MA, filha de Concita Pinheiro Durans, residente em São Luís-MA.

A celebração está marcada para o dia 27 de junho de 2010, às 17.00h da tarde, na Igreja Inocêncio de Berzo desta paróquia.

Conforme o Cân. 1.069 do Código de Direito Canônico, quem souber de algum impedimento para a celebração deste casamento está obrigado a denúnciá-lo à autoridade eclesiástica compentente.