sexta-feira, 4 de junho de 2010

FernadaTakai - Primeira Apresentação no Piauí

Fernanda Takai grava sua mensagem para a produção do Festival de Inverno na Coletiva de Imprensa


Fernanda Takai canta no Piauí com a flor que recebeu de um fã. Ao fundo, a baterista Mariah Portugal
Ontem, quinta-feira, 03, começou o VII Festival de Inverno de Pedro II. a cantora e escritora, Fernanda Takai fez as honras com o show de abertura. Em sua primeira apresentação no Piauí, cantou de Dolores Duran a Duran Duran. No seu repertório, a mistura perfeita de POP com MPB.
Antes do show, na Coletiva de Imprensa, Takai falou de como concilia música e literatura, e da falta de convites para se apresentar em algumas cidades do nordeste. "A gente não toca no Piauí e Maranhão porque não recebe convites", diz Takai. A vocalista da banda mineira, Pato Fu, mora em Belo Horizonte e mantem uma coluna semanal no Jornal O Estado de Minas: "Enquanto me quiserem por lá, vou continuar escrevendo. Entrego meu texto direitinho. dentro dos prazos", diz Takai.

Com extrema simpatia, responde as perguntas da imprensa, tira fotos e segue para a sua primeira apresentação em solo piauiense.

Com saia estampada de frases cor-de-rosa, sapato estilo dançarina, blusa recatada e casaquinho, Fernanda faz babar o público masculino. Não é de agora que a cantora é uma espécie de musa. Casada há anops com o guitarrista e produtor musical da banda, Jonh, Takai parece acostumada ao assédio dos fãs.

Tímida, não dança muito no palco. Neste show, também não toca nenhum instrumento, mas acerta o compasso da escolha do repertório: canta simrimbó de Pinduca, Roberto Carlos, Dolores Duran, Duran Duran, Michael Jackson, Chico Buarque, Carmen Miranda, Jovem Guarda e muitas homenagens a Nara Leão. Perfeita mistura do POP com a MPB na roupagem remix da atualidade.

Num momento inusitado do show, desafia o público a cantar com ela O Barquinho, clássico da Bossa Nova, em japonês. Em outro momento cede espaço para a performance da baterista, percussionista e back vocal da banda, Mariah Portugal. Segundo a modesta Takai, a responsável pelo embelezamento do palco.

O público parece ter empatia pela cantora. O teresinense Yuri, não conteve-se, subiu no palco e delicademente entregou uma flor a Takai, que retribuiu com beijo e pose para foto. Outro teresinense, Ricardo Magno, segunda vez no Festival de Inverno, disse que sua maior expectativa do festival era o show de Fernanda: "Espetacular!", define.
Como o que é bom dura pouco, o gostinho de quero mais ficou por conta do bis, onde Takai cantou Taí, de Carmem Miranda, Jovem Guarda, Sinha Pureza de Pinduca e o clássico Debaixo dos Caracóis de Seus Cabelos de Roberto Carlos.

No espetáculo, Nara Leão foi a homenageada, mas o que fica é um apelo que merece ser atendido. Fernanda Takai clama por sua escalação no time das mulheres que cantam no especial de aniversário do Rei. ela merece ser convocada.
Texto e fotos: Marcus Saldanha

terça-feira, 1 de junho de 2010

As Cores de Frida Solidário


Apresentação beneficente do espetáculo maranhense premiado pelo Circuito Nacional SESC Amazônia das Artes 2010 com circulação por 7 Estados do Brasil:

As Cores de Frida do Núcleo Atmosfera de Dança-Teatro com a direção de Leônidas Portella

06 de junho de 2010, às 19:00h no Teatro Arthur Azevedo

Ingressos ao preço único de R$ 20,00

A renda do espetáculo será revertida em prol do tratamento de saúde do maestro Francisco Jara

Compareçam! Solidariedade salva.

Informações: 8813-0222 (Rosa Ewerton Jara)

SOBRE O ESPETÁCULO

Nesta proposta a pesquisa sobre a Dança-Teatro alemã contextualiza-se às releituras do diário, pinturas, cartas, tintas e esquadros da pintora mexicana Frida Kahlo (1907-1954) uma revolucionária artística, sexual, política, social que agonizou em suas telas a constante degradação de seu corpo durante sua vida. O ator-dançarino colore suas sensações a partir da essência de Frida Kahlo na busca da construção de uma dramaturgia livre da criação de personagens.

TRAJETÓRIA

“As Cores de Frida” estreou em janeiro de 2009 no Teatro Arthur Azevedo; apresentou-se em eventos como V Semana do Teatro no Maranhão (2010); Conexão Dança-Teatro (2009). Contemplado pelo circuito SESC Amazônia das Artes em 2010 para circulação nacional.

SOBRE FRIDA KAHLO

Nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. Sua vida sempre foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomielite, o que a deixou coxa. Já havia superado essa deficiência quando o ônibus em que passeava chocou-se contra um bonde. Ela sofreu inúmeras fraturas e uma barra de ferro atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Por causa deste último fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa em uma cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Suas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente seu amor pelo marido Diego Rivera. A sua vida com o marido sempre foi bastante tumultuada. Diego tinha muitas amantes e Frida não ficava atrás, compensava as traições do marido com amantes de ambos os sexos. Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei minha própria realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de embolia pulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero que a partida seja festiva - e espero nunca mais retornar - Frida". Talvez Frida não suportasse mais.

Festival de Inverno em Pedro II

Maria Rita

Fernanda Takai

Zeca Baleiro

Stanley Jordan

De 03 a 06 de junho no Piauí, rola o festival de Inverno de Pedro II. Na programação, confirmados os nomes de Maria Rita, Fernanda Takai, Zeca Baleiro, Stanley Jordan, Armandinho, Brazilian Blues Band, Therê Groove, Ensaio Vocal, Roraima Power Sampa Trio, Carol Castro e Anderson Nóbrega, e Jam Session com Sérgio Donato e Sérgio Matos.

Em 2010, o Festival de Inverno de Pedro II, chega a sua sétima edição, consolidado como um evento musical que reúne músicos de renome nacional e internacional, gastronomia, ecoturismo e uma série de atividades que movimentam a economia local.

A Cidade - Pedro II

Quem conhece Pedro II logo descobre uma cidade cheia de charme e com um jeito muito especial de receber os visitantes. Com seu clima ameno, fundada por imigrantes portugueses no século XIX, Pedro II encanta pela simpatia, pela sua arquitetura que remete ao passado colonial e pelas belezas naturais que revela a cada olhar. Morro do Gritador, cachoeira do Salto Liso e outros pontos na serra são um chamariz quase irresistível para quem adora a aventura do rapel, banhos em águas claríssimas e esportes radicais.

Você pode conhecer as minas de opalas, pedras raríssimas que, em Pedro II, chegam a ser quase abundantes. O artesanato de Pedro II também enche os olhos. Rendaria, tecelagem, ourivesaria. Com qualquer material, os artesãos de Pedro II criam peças de rara beleza. E a mais nova marca da Suíça Piauiense é o seu Festival de Inverno, que todos os anos traz para as ruas da cidade grandes nomes da música brasileira e internacional. É essa a Pedro II que você vai conhecer e que vai fazer você viver momentos de puro deleite. Seja bem-vindo.

Roteiros Turísticos

Trilha Dos Mirantes:
Santa, Gritador E Curva Do Cotovelo
(passeio Ecológico)

Mangabeira e Cachoeira de Salto Liso
(passeio Ecológico Com Banho Em Águas Frias E Cristalinas E Vários Atrativos Da Localidade).

Minas de Opala e Museu da Roça:
(história Da Opala E De Famílias Tradicionais De Pedro Ii)

City Tour:
Lojas de Artesanato e Joalherias de Opala
Inclui Conhecer As Lojas E Pontos-de-venda Do Nosso Artesanato E A Arte De Transformar O Minério Mais Raro Do Mundo Em Lindas Joias; Parque Pirapora; Igreja Nossa Senhora Da Conceição.

Centro Histórico e Artistas Plásticos
Visita Aos Casarões Do Final Do Século Xix E Lindos Trabalhos Em Telas Com Pinturas Em Estilo Singular, Visita A Oficina De Artesanato Sebrae/pi.

Sítio Buritizinho
Uma Verdadeira Vivencia Na Roça, Com Moagem De Cana E Farinhada Ao Vivo.

Cachoeira Da Arara (urubu Rei)
Um Local Com A Biodiversidade Ainda Intacta E Linda Cascata Com Águas Frias E Cristalinas.

Sítios Arqueológicos:
Buriti Grande Dos Aquiles
Uma Visita Aos Vestígios Do Berço Da Humanidade.

Sítios Arqueológicos De Torre:
Uma Visita Aos Vestígios Do Berço Da Humanidade E Banhos De Cachoeiras.

Sitios Arqueológicos Do Morro Do Morcego Em Olho Dágua Do Meio
Uma Visita Aos Vestígios Do Berço Da Humanidade.

Buriti Dos Cavalos
Inscrições Rupestres - Formações Rochosas
E Piscina Natural.
Eco Escola Thomas Aquents
(levar 1kg De Alimento)

Mochilão Lua de Mel

Kleiton e Kleidir: "Deu pra ti/Baixo Astral/Vou pra Porto Alegre, Tchau!"


Não é mais segredo. O mochilão julho de 2010 é o Mochilão de Lua de Mel. Começa na manhã de 29 de junho quando desembarcamos em Porto Alegre (RS). Por lá, A Casa de Cultura Mário Quintana, Parque da Farroupilha, Palácio Piratini, Museu de Ciências e Tecnologia, Memorial do Rio Grande do Sul, rio Guaíba, Usina do Gasômetro, Vasco e Grêmio no Olímpico, Flamengo e Internacional no Beira Rio, entrevista com o neto de Getúlio Vargas...
De lá, Gramado, Canela, Chuí, Montevideo, Buenos Aires, e talvez Bariloche e Patagônia, talvez Terra do Fogo no Chile. O frio é quem manda, já que estaremos em pleno inverno na América do Sul Austral.
Por outro lado, o calor da Copa do Mundo 2010: se Brasil, Argentina e Uruguai classificarem-se para a etapa eliminatório poderemos assistir a jogos da nossa seleção na casa dos vizinhos, assim como, ver a paixão que os hermanos têm por sua seleção. Já pensaram um Brasil e Argentina num barzinho de Buenos Aires, vestido com a amarelinha, rapá!
Quantos maranhenses não encontraremos por nossas andanças. De qual cidade são? Como vivem? Por que decidiram mudar para tão longe? Como é encarar um frio na casa de zero graus? Pelo visto, jornalista não sai de férias, blogueiro, então!
Na bagagem agasalhos, netbook, modem, nikkon, cds da cantora maranhense Lena Machado "Samba de Minha Aldeia" (elogiado por, nada menos que Nelson Mota) e exemplares do livro-cd de Celso Borges "Belle Epoque" (amigo de Vítor Ramil). Música e poesia maranhense para gaúchos e hermanos.
Por enquanto é só. Aceitamos sugestões.
texto e foto: Marcus Saldanha

Proclamas de Casamento

Com o favor de Deus e da Santa Madre Igreja, querem casar-se:

MARCUS SALDANHA BARBALHO JUNIOR e ÂNGELA CRISTINA PINHEIRO GALVÃO

ELE, com 34 anos de idade, nascido aos 23 de julho de 1975 em Brasília-DF, filho de Solange Maria da Paz Sampaio, residente em São Luís-MA.

ELA, com 32 anos de idade, nascida aos 20 de julho de 1977 em São Luís-MA, filha de Concita Pinheiro Durans, residente em São Luís-MA.

A celebração está marcada para o dia 27 de junho de 2010, às 17.00h da tarde, na Igreja Inocêncio de Berzo desta paróquia.

Conforme o Cân. 1.069 do Código de Direito Canônico, quem souber de algum impedimento para a celebração deste casamento está obrigado a denúnciá-lo à autoridade eclesiástica compentente.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

HONORINA CANAVIEIRA

A história de uma mãe solteira no Maranhão de tempos atrás

Texto e fotos: Marcus Saldanha
Igreja de Nossa Senhora da Conceição em Tutóia Velha

Quem visita o povoado de Tutóia Velha, 12 km da sede, na região do Baixo Parnaíba, vai se deparar com um paraíso ecológico. Lugar pacato formado por lagoas, igarapés e dunas, com aproximadamente 700 moradores, uma igreja católica com bens materiais tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Estadual, uma praça discreta, um Salão Paroquial e uma casa verde com arquitetura estilo Petrópolis, datada de 1948 que se destaca em meio a tantas construções humildes.

Quem se detiver mais tempo na localidade, principal acesso entre as cidades de Tutóia, Paulino Neves e Barreirinhas poderá visitar a casa da finada Honorina Canavieira. Seu nome está gravado na fachada do Salão Paroquial, uma homenagem ao zelo que teve pela Igreja de Nossa Senhora da Conceição e por aquela comunidade em seus últimos anos de vida.

Para os atuais moradores de Tutóia Velha, dona Honorina foi exemplo de mulher e mãe. Com muita dificuldade fez o improvável: formou dois filhos advogados em universidade pública do Rio de Janeiro.

O que pouca gente sabe é o outro lado da história desta dedicada mãe, que se revelou um personagem marcante no universo maranhense feminino das décadas de 30, 40 e 50 do século XX. A partir do recurso da memória oral, foi possível traçar o perfil de Honorina Canavieira.
Em Tutóia Velha - Entrevistando o irmão de Honorina, Seu Antônio Vicêncio, 101 anos, um dos mais velhos moradores daquela região, descobre-se que essa mulher, na juventude foi uma das moças mais cobiçada daquelas redondezas, despertando o desejo do então todo poderoso e casado coronel Paulino Neves.

A relação adúltera, uma gravidez indesejada e a expulsão da cidade pela família não lhe permitiram ver em 1938 a mudança da sede do município para a nova Tutóia e o desenvolvimento de uma próspera região portuária exportadora de sal desbravada por Paulino Neves. Tutóia Velha é praticamente abandonada pelos antigos moradores.

Por esses tempos, Honorina, já não andava por aquelas bandas. Segundo seu irmão, após o relacionamento extra-conjugal, a jovem, ameaçada pela esposa do coronel, partiu da cidade, levando consigo o quase nada que tinha.

Constam nas correspondências que manteve com Seu Antônio Vicêncio, guardadas com certo desleixo, o registro da passagem de Honorina por Manaus, Belém e o seu estabelecimento na cidade de São Luís. Mãe solteira, virou prostituta e em alguns anos, dona de um bem freqüentado bordel na região da antiga zona do baixo meretrício de São Luís.

Seu Antônio Vicêncio, ao narrar a história, ressalva: “não era uma casa qualquer, chofer não entrava lá não”. Uma referência ao padrão social e econômico dos clientes da casa de Honorina. O relato coincide com o de antigos freqüentadores da região e do proprietário dos imóveis na área que falam de uma mulher bonita, de personalidade forte e que honrava sem atraso seus compromissos financeiros. A casa era freqüentada só por graúdos, dizem.

Com o dinheiro ganho na “vida” e nos negócios que manteve por décadas em São Luís pagou os estudos e as despesas dos dois filhos que teve solteira. Valendo-se dos contatos que fez no exercício da profissão mandou os filhos estudar na antiga Capital Federal. Seu Antônio Vicêncio enfatiza a promessa que ouviu de sua irmã quando a visitou em São Luís. Dizia que deixava a vida, quando formasse bacharel os dois filhos.

Mandava regularmente dinheiro para a família e antes da sua anunciada “aposentadoria”, cuidou de comprar um terreno localizado na praça central de Tutóia Velha e erguer uma casa de destaque naquele povoado. Contratou um mestre de obras que havia trabalhado em Petrópolis para construir sua residência naquela cidade.
Fachada da casa de Honorina Canavieira em Tutóia Velha

E foi lá, que tendo formado em Direito os dois filhos, Honorina recolheu-se do seu passado na capital. De lá teve notícias dos filhos aprovados em concursos públicos e assumindo cargos de destaque no Rio de Janeiro.

Em Tutóia Velha ela viveu seus últimos anos, na calmaria de uma cidade pequena, num ambiente confortável, amparada pelos filhos que de longe cuidavam dos mantimentos e despesas gerais da casa.

Em pouco tempo dona Honorina, como era chamada pelos seus vizinhos, ganhou o respeito da comunidade ao zelar pela igreja, cuidar da educação de iletrados, do seu jardim e pomar. E, sobretudo, por ter mantido uma vida casta de senhora solteira.

Algumas vezes recebeu a visita de seus filhos “doutores”, mas na maioria das vezes sua casa manteve-se aberta somente aos vizinhos, amigos e viajantes que pernoitavam naquele povoado. Hospitaleira e gentil, cuidou e foi cuidada por aquela gente, cujo pais a forçaram por seus julgamentos morais e valores da época a ir embora.

Dona Honorina nunca pensou em vingança, diz seu irmão que concede a entrevista ali no sofá da velha casa, que guarda mobília velha, empoeirada, além de algumas fotografias dos filhos, um dos quais já é falecido.

Na parede ou nos seus cômodos nada lembra a antiga vida de Honorina Canavieira. No quarto, o antigo toucador, peça da mobília feminina, usada para se pentear e maquiar desperta a imaginação.

Honorina Canaviera viveu como pôde, como quis. Fez o que pôde, o que uma mãe deve fazer. Deu um futuro aos filhos. Se seus filhos e netos têm orgulho dessa história, não se sabe. Algumas perguntas não devem ser feitas, mesmo na busca de fatos para se compor uma boa história. Pela ocasião do Dia das Mães, consta que foi a melhor que seus filhos poderiam ter tido naquelas circunstâncias. Naquele lugar.

Texto escrito por ocasião do Dia das Mães e publicado no Jornal Pequeno no dia 14 de maio de 2010.

domingo, 23 de maio de 2010

Comunicação e Música Popular


Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Música Popular
Abordagens Interdiscilinares na Pesquisa em Música Popular: Arte, Mercado e Sociedade
26 a 28 de maio de 2010
Campus Universitário do Bacanga - São Luís-MA
Organização da Universidade Federal do Maranhão, Departamento de Comunicação Social, Departamento de Artes - Curso de Música
Inscrições até 25 de maio
Mais informações: http://musicom.ufma.br

sábado, 22 de maio de 2010

Desejo

Fátima de Franco falava muito desse espetáculo: texto, produção, cenário... Agora Desejo sai do papel para ser encenado no TAA.

DESEJO - Espetáculo de teatro que conta a história de um fazendeiro viúvo com três filhos que sonha em encontrar um grande amor. Conhece Abbie, uma mulher ambiciosa e cruel que tem a intenção de tomar a sua fazenda e transforma sua vida num inferno. Elenco: Fátima di Franco, Alex Fenix, Zé Inácio, Arquimedes Furtado e Jadson Mello. (SL).
Dia 25 (terça) às 20h
Produção: Fátima de Franco
Ingressos: Preço Único R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia-entrada)
Indicação: 16 anos
Duração: 1h

***

DOREMIFAFY - Espetáculo de teatro Stand up comedy com a atriz comediante Fafy Siqueira. (RJ).
Dias 28(sexta) /29 (sábado) às 21h e 30 (domingo) às 20h
Produção: Moraes Junior Produções
Ingressos: Preço Único - Sexta: R$ 30,00 / Sábado e Domingo R$ 40,00
Indicação: 14 anos
Duração: 80 min

Quebra Nozes de Hoffman

PROJETO FORMAÇÃO DE PLATÉIA - DANÇA

Gil Sodré Produções, apresenta no Teatro Alcione Nazaré o Projeto Formação de Platéia – Dança, sempre no último sábado de cada mês, com o patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura.

O projeto inicia com a apresentação do espetáculo “Quebra Nozes de Hoffmam II Ato”, no dia 29.05.2010 às 17h. Com entrada franca. Para todas as idades.

Em junho o espetáculo apresentado terá como tema o período junino.

SERVIÇO

ESPETÁCULO: Quebra Nozes de Hoffman II Ato

DIA: 29.05.2010

HORA: 17h

LOCAL: Teatro Alcione Nazaré – Praia Grande

ENTRADA FRANCA

Escolas públicas e particulares, associações comunitárias, ONG’s e outras entidades sociais podem agendar grupos com:

Gil Sodré – 3218 9932 – 9905 5064

Hélida Helena (Diretora do Teatro Alcione Nazaré) – 3218 9933 – 8852 7721

QUEM É GIL SODRÉ

Gil Sodré, nasceu em São Luís do Maranhão, onde iniciou sua carreira artística em 1973, fazendo curso de teatro com Brás Chediak.
Cursou Ballet Clássico com Hugo Bianchi, na Academia Hugo Bianchi (Fortaleza-CE), formando-se em 1982 e com Reynaldo Faray, na Academia Maranhense de Ballet, formando-se em 1990.

Foi bailarino e professor nas duas academias, dançando nos festivais de final de ano e em montagens de Ballet de Repertório e criações inéditas. Para o Ballet Hugo Bianchi montou os balés:
O lago dos Cisnes
Iracema
Gisele
Circus
Otelo

Para o Centro de Artes Reynaldo Faray criou varias coreografias. Sendo Assistente de Direção de Reynaldo Faray em vários espetáculos de teatro e dança.

Ministrou aulas de balé nas seguintes academias:
Academia Helly Batista – Teresina/PI;
Academia Poliher - Imperatriz /MA;
Estúdio Gil Sodré - Estrito/MA;
Estúdio de Dança Gil Sodré - Porto Franco/MA;
Academia Agitate - Palmas/TO
Academia Ritmos - Porto Nacional /TO

Desde 2001 é Professor de Dança do Centro de Criatividade Odylo Costa, filho.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sexta tem Sarau


Clica que amplia

Não faz muito tempo entrei no grupo Poesia de Quinta a convite da advogada Deila Maia. O grupo que imaginava apenas virtual tem uma lista de contatos pela internet e envia semanalmente doses de poesias que acabam gerando dependência cultural. O convite acima é para o segundo Sarau Cultural (literária e musical) do grupo que será realizado, conforme convite, na Escola de Magistratura do Estado do Maranhão, aberto a comunidade.